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Amanda NevesMédica da infância e adolescência
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Dra. Amanda Neves sorrindo no consultório

Pediatria e medicina do adolescente · Fortaleza

Do primeiro respiro às mudanças da adolescência.

Cuidado médico presente em cada fase, com atenção à criança, ao adolescente e à família.

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Primeiras horas

Cuidado presente desde o começo da vida.

Infância

Acompanhamento atento a cada descoberta.

Adolescência

Espaço para mudanças, autonomia e vínculo.

Família

Clareza para caminhar junto em cada fase.

Infância e adolescência

Cada fase merece um olhar próprio.

Nas primeiras horas de vida, o cuidado começa pela observação atenta do bebê e pela história contada pela família. Conforme a criança cresce, novas perguntas aparecem e a forma de acompanhar também amadurece.

Na adolescência, a consulta abre espaço para mudanças, autonomia e contexto, sem afastar a família da conversa.

Modo de cuidar

Atenção que ganha forma na consulta.

Presença

Perceber o que ainda não vira palavra.

No começo da vida, o cuidado combina observação clínica com a história compartilhada pela família.

Continuidade

Acompanhar o que muda sem perder o contexto.

Infância e adolescência trazem necessidades diferentes. O vínculo ajuda a compreender cada transformação com mais profundidade.

Ciência

Orientar decisões com conhecimento e clareza.

Evidências, experiência clínica e o contexto de cada paciente conduzem uma conversa cuidadosa com a família.

Diretriz do consultório

Ciência não é nota de rodapé.

A ciência aparece em decisões concretas da consulta. A conversa a sós com o adolescente é uma delas.

Conheça a trajetória da Dra. Amanda

Um exemplo na prática

Consulta do adolescente

Privacidade explicada antes da conversa a sós.

Como acontece

Na consulta do adolescente, um dos momentos acontece a sós com o paciente. Antes, a família e o adolescente recebem uma explicação clara sobre a privacidade e os limites do sigilo.

A orientação clínica

A conversa a sós dá ao adolescente espaço para falar com mais liberdade e é considerada o momento mais importante da consulta. Há também momentos com a família. Essa organização está no Manual de Orientação nº 10 da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Os limites do sigilo são explicados desde o início. Se for necessário rompê-lo, o adolescente é informado antes, conforme orienta o mesmo Manual.

No Ceará

Privacidade e sigilo devem ser a regra no atendimento do adolescente, que tem direito a ser atendido desacompanhado. No Ceará, esse entendimento consta do Parecer CREMEC nº 13/2014.

Referências científicas

Diretrizes e documentos de referência em pediatria e medicina do adolescente.

A seleção reúne fontes institucionais de consulta e atualização profissional.

Esses links são referências de atualização. Não representam vínculo, certificação ou endosso institucional.

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